Quando Nietzsche critica intensamente o Cristianismo, principalmente, o
Judeu-Cristianismo, percebe-se claramente o seu objetivo, seja para
concordar ou discordar: Promover a cultura européia e preservar a atual e
próximas gerações da Europa e sua diáspora.
Entretanto,
o que alguns que se dizem "identitários" e até mesmo "pagãos" fracassam
em perceber, é que nem todos os grupos que criticam o Cristianismo, o
fazem com o mesmo objetivo e significado em mente. Muitos pseudo-ateus,
judeus, comunistas, islamistas e cristãos anti-europa, quando falam
sobre opor-se ao Cristianismo e se opor a Cristãos, na verdade usam isto
na densa maioria das vezes entendendo Cristianismo como Europa e
Cristãos como Europeus. Independentemente se o país europeu em questão
seja secular, ou se os europeus em questão sejam ateus, pagãos ou
adeptos de outras religiões. Esta é a visão deles, seja para os
seguidores do Talmud, do Alcorão, das Escrituras Comunistas e dos
Tratados Políticos-Teológicos da Cristandade.
Até porque todos
estes sectos tem o mesmo objetivo em mente, negar a existência da Europa
e sua diáspora, propor submissão ideológica e econômica, impor
comportamento suicida e auto-degradante como mera etiqueta de
convivência social, escravidão em massa e até extermínio completo.
Portanto,
equacionar automaticamente qualquer um que se oponha ao "Cristianismo" e
a "Cristãos" como Pró-Europeus é a mais pura ingenuidade. E ingenuidade
é tudo o que a Europa Maior precisa dispensar se quiser realmente
sobreviver.
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