terça-feira, 17 de dezembro de 2019

Inimigo do seu Inimigo pode ser um Falso Aliado e seu próximo Inimigo

Quando Nietzsche critica intensamente o Cristianismo, principalmente, o Judeu-Cristianismo, percebe-se claramente o seu objetivo, seja para concordar ou discordar: Promover a cultura européia e preservar a atual e próximas gerações da Europa e sua diáspora.

Entretanto, o que alguns que se dizem "identitários" e até mesmo "pagãos" fracassam em perceber, é que nem todos os grupos que criticam o Cristianismo, o fazem com o mesmo objetivo e significado em mente. Muitos pseudo-ateus, judeus, comunistas, islamistas e cristãos anti-europa, quando falam sobre opor-se ao Cristianismo e se opor a Cristãos, na verdade usam isto na densa maioria das vezes entendendo Cristianismo como Europa e Cristãos como Europeus. Independentemente se o país europeu em questão seja secular, ou se os europeus em questão sejam ateus, pagãos ou adeptos de outras religiões. Esta é a visão deles, seja para os seguidores do Talmud, do Alcorão, das Escrituras Comunistas e dos Tratados Políticos-Teológicos da Cristandade.

Até porque todos estes sectos tem o mesmo objetivo em mente, negar a existência da Europa e sua diáspora, propor submissão ideológica e econômica, impor comportamento suicida e auto-degradante como mera etiqueta de convivência social, escravidão em massa e até extermínio completo.

Portanto, equacionar automaticamente qualquer um que se oponha ao "Cristianismo" e a "Cristãos" como Pró-Europeus é a mais pura ingenuidade. E ingenuidade é tudo o que a Europa Maior precisa dispensar se quiser realmente sobreviver.

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