Deter os meios de produção de imagem é deter potencialmente os meios proprietativos, sejam esses monetários, societários, administrativos, políticos, informacionais, comunicativos e técnico-científicos.
A imagem não é sempre imediatamente propriedade, mas alavanca os ganhos proprietativos relacionáveis, porque sintetiza seletivamente o virtual falso-verdadeiro dos vários aspectos da posição e tempo em que os atores sociais se inserem e que termina por repercutir em realidade, principalmente realidade conversível em propriedade através de atos de socialização específicos.
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Conhecimento é poder e o poder desse passa por aquilo que pode parecer-se como tal.
Dinheiro é poder e o poder desse é amplificado quando a imagem lhe garante valor agregado.
Moral é poder e o poder dessa reside em amplificar o acesso societário que requer ganhos e moedas de imagem.
Logo: Parecer é ser e imagem é poder.