O comunismo em seus tempos de fundação visava propagandisticamente a classe
majoritária de trabalhadores tratando-lhes como titulares e geradores de família, daí o termo Proletariado inserido no esquema político publicitário de Engels-Marx.
Atualmente, o comunismo já melhor estabelecido e convencionado dispensa se dirigir as famílias como tais, apresentando de forma mais aberta sua vocação anti-família e anti-nação (para que as famílias e os povos resultem dialeticamente em commodity demográfica) e sua vontade de que não apenas seja-lhes arrancado a dignidade do pertencimento a família, mas
também tomar em caráter absoluto e definitivo a gerência dos grupos humanos (incluso na vida
doméstica e cotidiana) como questão administrativa e proprietativa do
Estado-Secto.
Assim, nada restará ao povo massificado e
deformado pelo processo comunista de chegada e permanência no poder, que
ser proprietário de dívidas eternas, de natureza moral, material e de
imagem ao secto monopolista.
Eis aí o processo comunista que transforma o "proletários do mundo uni-vos" em "debitários do estado, pagai-nos".
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