sábado, 19 de dezembro de 2020

Überspekulativ Kapitalismus und Der Geist des Kommunismus - addendum

Por que os grupos que promovem a (des)economia de alta especulação encontra nos comunistas melhores aliados do que os grupos considerados oficialmente capitalistas como o conservadorismo?

Tanto o capitalismo de sobrespeculação quanto o comunismo produzem a desapropriação da maioria populacional a fim de concentrar propriedade para seus indivíduos associados. O capitalismo de sobrespeculação atua preferencialmente pela via da compra das forças estatais e sociais dominantes. O comunismo por se constituir em força estatal e força social dominante. Convergência ou contradição?

Ambos vêem na economia aquecida (alta taxa de confiança que promove maior troca de serviços e produtos pela maioria da população) como forças que arriscam a segurança estática que requer o monopólio (anti-dinâmico por natureza economica, política e ideológica).

Desde Marx e Rothschild a Soros e seus mercenários marxistas, as forças de capitalismo sobrespeculativo e o comunismo atuam harmonicamente entre si. Apesar disso se apresentam como forças contraditórias? Seriam de fato?

O interesse de sobrespeculação financista não é difícil de reconciliar com o projeto comunista porque entre As Dez medidas do Comunismo apresentadas no Manifesto encontra-se a formação do Monopólio Bancário com o apoio do Estado, ou de conforme a poética marxista, com as mãos visivelmente sanguinárias do Estado.

É de se notar outra afinidade entre os pensadores marxistas e os pensadores por trás da sobrespeculação. É importante notar que a parte mais importante do Manifesto, as Dez Medidas, não é explicada por Engels e Marx, mas apenas inseridas entre argumentos de persuasão. Fica claro que por mais que o Comunismo tem sido a história de medidas que promoveram genocídio e miséria de forma calculada, a propaganda continua em dizer que nada disso foi de fato comunismo. Seria contradição marxista não assumir a história do próprio marxismo? Não: É a sua tradição. O espírito do Comunismo sempre será a busca pelo Monopólio e a persuasão das massas de que a sua busca pelo Monopólio gerido por seus indivíduos associados é o sinônimo de emancipação popular. Ou seja, coerentemente com o marxismo, muitos marxistas não confessaram que os governos mais genocidas da história se guiaram por sua doutrina, isso é, a preservação da Propaganda é algo considerado condição indispensável para sua aspiração ao Monopólio. O que certamente vai de encontro com a tese de Soros: A persuasão se sobrepõe a cognição [de qualidade factual]).

Isso implica em outra convergência entre as forças da sobrespeculação financeira e o comunismo. A especulação financeira também requer a especulação intelectual, ou seja, a capacidade de fazer até a ciência ser mais líquida e menos sólida. A Grande Fome de Mao  

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domingo, 13 de dezembro de 2020

O problema do dinheiro para os comunistas e a falsa aliança com os anti-capitalistas sinceros

Comunistas atraem até pessoas de boa fé que entendem que o dinheiro em si não é garantidor de prosperidade social e que mesmo em abundância, pode ser causa, meio e fim para os males do social.

Toda crítica marxista parece que pode ser sintetizada com a frase paulina "O Dinheiro é a raiz de todo o mal".

Não seria isso uma boa razão para um sincretismo entre o marxismo e o cristianismo?

Não seria a promessa de um futuro sem a existência do mal (principalmente do mal bem estruturado financeiramente) um sentimento de esperança messiânica que deveria unir tais forças?

Pois bem...

Para o comunismo a frase "o dinheiro é a raiz de todo o mal" vale dualisticamente e dialeticamente. Para esses existe ainda o outro lado da frase que apesar de não rezarem tão abertamente, certamente a entendem e praticam: "O dinheiro é a raiz de todo o bem".
Seria isso uma contradição marxista? Não em se tratando do marxismo como uma declaração de guerra que quer o monopólio como condição da paz social. O dinheiro, o capital, a propriedade... Essas coisas são a raiz de todo o mal se estão em posse das forças inimigas e/ou estrututras consideradas obstáculos para o monopólio comunista. Pequenos agricultores que foram perseguidos e mortos na formação da União Soviética longe estavam de serem grandes proprietários da região e muito menos do mundo. Entretanto os comunistas entendendo bem a doutrina que lhes guia ao poder, entendeu que retirar-lhes qualquer mínima propriedade (meios latrocidas incluso) era avanço para que esses pudessem alcançar a total propriedade. Em tempos contemporâneos, parte significativa de trabalhadores (desprovidos de receberem as unções intelectuais da Convenção) que vêem o nacionalismo e valores tradicionais como favoráveis a sociedade, são vistos como forças capitalistas mais assustadoras e temíveis que o monopólio comunicativo que detém os tecnocratas superescolarizados do vale do silício e mesmo as grandes fortunas por detrás da indústria pornográfica com investimentos em tráfico humano. Tampouco rejeitam os donos de grandes fortunas que monetizam suas atividades mercenárias sob a escusa de "investimento filantrópico". Isso se dá porque não apenas se afinizam em princípios, mas também em finalidades. Compartilham entendimento similares como o uso da propaganda anti-propriedade para o favorecimento da criação de condições de acúmulo de propriedade (negativizando a propriedade de seus alvos para se legitimizar como os receptores proprietativos autorizados) e a solidariedade inter e intra-familiar como obstáculo de controle ideológico e político.

E pelo outro lado que complementa essa estratégia, tem-se o comunismo que constituiu e visa constituir os governos com a máxima centralização bancária. E centralização bancária de tal natureza que massifica tanto a desapropriação da população, quanto um estilo de vida que lhes faz trabalhar pela dívida. Ou seja, a transformação do proletariado em debitário. Não é de se surpreender que mesmo a antiga União Soviética e a atual Venezuela, mesmo em contextos históricos diferentes, se igualizam em formarem sociedades com alto nível de endividamento e desproprietização massiva. Mesmo no centro escravocrata mais comercialmente sucedido do mundo organizado pelo Partido Comunista na China, os próprios cidadãos nem donos de seus órgãos são, pois a qualquer pretexto de dissidência, tem seus órgãos extraídos pelo Tráfico de Orgãos monetizado e incentivado pelo Estado Interventor. Isso sem se falar de viverem sob a perpétua restrição de movimento e comunicação imposta pelo seu império comunicativo.

E o que interessa essas informações aos habitantes do dito "mundo livre"? Se se aumenta o número de grupos afins das ideologias e das práticas comunistas dentro do dito "mundo livre" torna-se claro quanto o "Mundo Livre" se aproxima de se transformar na mesma qualidade societária que as sociedades oficialmente comunistas. Isso se dá é claro, porque forças comunistas e afins atuam dentro do mundo livre para transformá-lo também em parte integrante da universal comunista, independente de se declararem abertamente comunistas ou não.

Mesmo o "Mundo Livre" tem crescido em população sem segurança proprietária essencial (habitação, saúde e segurança), assim como endividamento e desemprego. Condições que favorecem os grandes estados e monopólios a acumularem propriedade para si e seus agentes. Propriciando assim que esses usem medidas para manutenção do estado de monopólio que lhes convém que em nada difere-se substancialmente das sociedades oficialmente comunistas da e na história como: Restrição de liberdade de movimento, modo de economia baseado em dívida desproprietativa e não na confiança societária dinamizadora de trocas de bens e serviços, punição de dissidência política e cultural bem como a aproximação (que confunde os) dos interesses do Estado e das Grandes Corporações. Que diferença haverá entre o "mundo livre" e o mundo oficialmente comunista quando as diferenças forem apenas em nominalidade e em posicionamento geográfico? Eis a questão.

Assim e apenas nesses sentidos que o comunismo é anti-capital: Para fazer com que a sociedade não mais produza o capital, mas dívida perpétua e em massa. O fim do consumo pela miséria. O fim da comercialização da produção pela escravidão do povo ao Secto Comunista. O fim da propriedade através da desapropriação da população e da monopolização da propriedade pelos messias sociais.

Também nesse sentido que o comunismo é pró-capital e sem contradição consigo: Para o alcance a a consolidação do monopólio proprietativo e a formação do monopólio bancário nas mãos de seu secto e de seus indivíduos associados.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

A lógica da anti-propriedade como tática de acúmulo proprietativo

Em ambientes onde se prolifera a dificuldade e o desencorajamento em se obter propriedade, apenas os agentes mais aptos a reter propriedade, a saber, Estados Altamente Taxativos, Corporações que dispõe de políticos tal seus próprios executivos e Terroristas expropriadores que buscam se ungir como poder oficial (para expropriar não mais contra a lei, mas enquanto lei).

A propaganda da anti-propriedade potencializa as forças com maior capacidade de ascensão monopolista e predispõe as populações a ceder poder para quem irá de fato concentrá-lo, sem que haja garantias de que haverá "distribuição após a máxima concentração" que boas intenções e a própria propaganda.

A problematização da propriedade feita pelos agentes monopolistas, de que tal inerentemente compromete o Bem Maior, não quer necessariamente dizer, que esses apresentarão a solução a qual as massas anseiam (melhora da qualidade de vida através do aprimoramento da dinâmica proprietativa), mas a solução a qual esses anseiam, isto é, o fim do conflito proprietativo conforme a perspectiva monopolista: A concretização do monopólio. 

Nesse sentido Karl Marx pode ser creditado tanto quanto um grande problematizador do conflito proprietativo para a sedução das massas, quanto o grande solucionador dos anseios monopolistas das forças de maior capacidade de retenção proprietária. 

O "proletários uni-vos" é sucedido dialeticamente pelo "monopolistas, removidos foram os obstáculos, agora o mundo é vosso": Eis a Ética Marxista e o Espírito do Monopólio.

sábado, 21 de novembro de 2020

O Comunismo Máximo e Mínimo

   Por muito tempo os subcríticos do comunismo tem se limitado a interpretá-lo como o estado que entrega serviços sociais e para tanto tem que passar a cobrar mais impostos e maximizar o estado a fim de atender tal demanda. Sendo assim, a discussão se dualiza entre aqueles que se opõe a mais impostos e menos estado e os que defendem menos impostos e mais estado. Em suma, a guerra entre "minimalistas" e "maximalistas". Assim quer que se creia os apologistas da desinformação como o "bem maior" do credo político, principalmente os marxistas, que convenientemente podem facilmente confundir a opinião pública se apresentando como meros ativistas do "Estado Prestador de Serviços Públicos".


   Entretanto o que se verifica na história do comunismo é que suas forças, seja como estado oficial ou como força de oposição, se constituem em um sistema completo de geração de guerra civil, propaganda ideológica e formação de monopólio centrado no partido. Ou seja, mesmo como "Estado Mínimo" (guerrilhas e doutrinadores, governos em estágio inicial) esse se encarrega primordialmente da construção radical ou gradual do poder por terrorismo e propaganda; o que não é sinônimo do Estado Mínimo dos Conservadores. E mesmo como "Estado Máximo" (Monopólio ascendente ou Monopólio Consolidado em torno do Partido) se encarrega primordialmente de conservar o controle ideológico e político sobre a população para gerir a escravidão em massa que mantém seu poder.

   Tanto o "Comunismo Mínimo" quanto o "Comunismo Máximo" construíram juntos a carnificina de mais de 100 milhões de mortos ao redor do mundo em sua busca por monopólio, terrorismo e poder que escraviza as massas e extermina seus dissidentes. Tal realidade histórica transcende o mensuralismo de estado. Para mensurar completamente um Estado ou qualquer força política é necessário recusar a desinformação de que a mera política de impostos define a totalidade da natureza de seu poder.


segunda-feira, 9 de novembro de 2020

A Clareza do Comunismo

Subcríticos do comunismo costumam apontar o marxismo como defectivo por falta de clareza em seus conceitos e por confundir mais que distinguir. Não entendem que o comunismo é uma declaração de guerra antes de ser uma ideologia ou um projeto de poder cientificista. E em sendo guerra, confundir seus críticos e iludir seus súditos é mais mérito relativo a sua ascensão ao monopólio que demérito. 

Seus subcríticos parecem esperar combate de cavalheiros enquanto marxistas já começam a atirar antes da autorização do juiz e talvez (quem sabe?), também atirarão no juiz.

quarta-feira, 7 de outubro de 2020

Precisamos falar sobre Lula Livre de novo...

O confronto entre Lula e Moro foi o confronto dos semelhantes e não dos opostos.

Um representou o "vale tudo pela governabilidade" e o outro o "vale tudo pela judiciabilidade". A síntese disso não deve ser nem o abandono do sonho da justiça e nem de um governo que funcione, mas a busca pela não mais contradição de um pelo outro: Um governo que possa unir os Brasileiros sem se atrelar as práticas que atrasam os sonhos do Brasil do Hoje.

Lula Livre é necessário para colocar uma pedra na polarização improdutiva e não republicana que ainda nos assombra. E também necessário para remover a pedra que está no caminho da ascensão republicana do Brasil.

segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Is Zionism a Religion of Peace?

The biggest problem of zionism isn't the defense of a nation (which problem is expected): It's the undefined maintenance of a government with ever-expanding territorial claims. The problems sorrounding the founding of a nation are limited and comes to an end with the resultant of victories and defeats. But a government which is borderless for expansion is designed to perpetual wars. This is why zionism is above all political in nature despite religious and race/ethnical elements, ever-demanding of wars and unable to celebrate peace.

sexta-feira, 11 de setembro de 2020

CDXLIX

Terrorists: Serial criminals who ideologically justify their crimes as a legitimate source of power.

sábado, 29 de agosto de 2020

Precisamos falar sobre Lula Livre

A desindustrialização também produziu a dessindicalização da esquerda. Lula é esquerda-sindical, entretanto a esquerda que agora é vingente pode até ser pró-Lula, mas é pós-Lula pois não tem a mesma agenda que Lula fez e que o fez.

Sendo assim, achar que manter Lula preso é necessário porque combate a força majoritária da atual esquerda é ilusão.

A atual esquerda continuará com sua agenda, com ou sem Lula Livre.

O Bolsonarismo não existe mais para sustentar Lula Preso como valor governista.

Lula Livre VS Lula Preso é mais debate do quanto se quer a politização do judiciário do que ser pró ou anti-Bolsonaro.

domingo, 26 de julho de 2020

Propaganda, literatura e monopólio

   Visto que a mentira pode se fazer verdade através da propaganda, a verdade pode se fazer mentira através da literatura como último recurso de sobrevivência. Mesmo que não estritamente se refira literalmente a fatos (o que seria jornalístico), permite com que o leitor encontre elementos ora verossímeis, ora falsímiles, característica que não está imbuída de nenhuma iluminação instantânea, mas sim de maior densidade reflexional sobre possibilidades, impossibilidades, histórias e estórias, contemporaneidades e utopicidades. Tal possibilidade de reconexação com a verdade trazida pela literatura, mesmo que não seja a verdade por si mesma, ao menos é uma materialização anti-propagandística, visto que a propaganda visa justamente a diluição da capacidade reflexional em prol da via iconoplástica da falsa-cognoscibilidade advinda da utopia eternamente repetida com fins de se tornar obstáculo da realidade a se descobrir, visto que a utopia só pode vir a ser caso a encoberte. Isso não torna a literatura  como ente não-utópico ou nunca-utópico, visto que intencionalismos de realismos não são garantia de verdade e mesmo metáforas fantásticas podem ser alegorias em direção a essa: A propaganda também busca ser realista e que quer ser sobre-real mesmo quando surreal. Mas mesmo a literatura quando é utópica permite que seja agregada ao saber humano outras possibilidades de utopia. E eis que até nisso se opõe a utopia feita pela via da propaganda: A propaganda não admite outras utopias além de si, outras idéias e ideologias, nem que sejam verdades ou mentiras. E como essa serve ao monopólio, a propaganda se posicionará, radicalmente ou gradualmente à literatura. Também a literatura será oposição a propaganda, ainda que não tenha sido predestinada a vir a ser na história para ser a anti-propaganda, entretanto, por transcender o monopólio do real e do irreal que visa a propaganda, sobreviverá e até prosperará pela capacidade dos indivíduos e grupos de conseguirem comunicarem a verdade a despeito das forças ideológicas que visam suprimir os saberes em prol de poderes dependentes da ignorância em massa. Uma sociedade rica em propaganda padecerá de miséria literária. Uma sociedade rica em literaturas, aspirará a emancipação do monopólio e de suas anti-narrativas em ecos propagandísticos.

sábado, 18 de julho de 2020

Sex and the Propaganda

Sex is being propagandised to nothingness: It's not of body but property of monopolists ideology. Take no consideration to sexual partnership: There are only sexual commodities you can buy or sell. Sex is non-sex and anti-sex. You can watch and not grab it. You can grab it and not see it: Societary blindfolding is not an option and not even an extra for fetish: It's a moral imperative for our social order that can't be disturbed.

They make sex cheap by saying it's just a meaningless recreational thing. But how can it be recreational and meaningless at the same time? Because they want to see it commercialised but not overpriced to the point people stop selling for cheap societary moneys like being ideologically correct, pieces of paper printed by banks or the press or social approval for groups of number beings. It's also a good propaganda toy for ultrapuritans and ultraliberals : Since is undervalued abuses are predetermined to be taken lightly. And since is wrongfully undervalued some will propose abusive measures as a false solution to it. Not only that: Since is just a meaningless recreational thing, powerful serial abusers networks can offer a facade of Entertainers and mere Thrill-seekers to ofuscate their true faces as professional abusers and liars.

They say we need to keep the sexual revolution going as numbers of non-seeing voyeurs, unwilling loners and serial abusers networks grow day by day... Excuse me the new puritans but: The sexual revolution was really an anti-sexual revolution. No, thanks!

terça-feira, 16 de junho de 2020

O Atual Comunismo já cancelou Karl Marx and Friedrich Engels ou O Retorno do Socialismo Recalcado

A atual forma de comunismo não requer de seus devotos compreensão e sequer leitura dos textos fundamentais do comunismo. Requer sim adesão a um pacote, não com plena consciência mas com plena aquiescência. E esse formato atual propagandeia o Comunismo tal um não-comunismo: Negam até que o comunismo existiu na história e no mundo quando rezam "o verdadeiro comunismo nunca foi implementado".

Trata-se de fazer do comunismo 'um-nunca-houve-que-há-de-ser-que-está-sendo-num-processo-aí' ao qual só pode ser verdadeiramente entendido pelos escolhidos do secto político. Aos demais cabem apenas ser peças a serem movidas, sem necessidade de compreender o que estão fazendo e como estão se significando nos jogos políticos e dialéticos que visam o monopólio pleno.

Diante desse ponto, auto-crítica seja feita por aqueles que se opõe a doutrinação comunista: O comunismo doutrinário já foi tornado obsoleto pelo comunismo propagandista que é a atual fase do comunismo. A doutrina é a propaganda e não mais a propaganda é um produto derivado dessa. Os propagandistas possuem já um nível de maior importância no processo comunista que os intelectuais que apenas visam o convencimento pela divulgação e debate do ideário formado a partir dos principais textos, bem como a promoção da visão de mundo marxista.

O que não deixa de ser irônico quando se pensa no papel dos dois principais fundadores do comunismo: Eles combateram com veemência o socialismo utópico para fazer valer um socialismo científico. Mas desde os meados do século XX até o vigente começo do século XXI, é o socialismo utópico que passa a predominar como principal força motora da ideologia.

O último comunista de cátedra será enforcado pelas agências de publicidade. E o evento será transmitido.

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P.E

Publicidade tem apresentado um custo-benefício maior que o investimento em doutrinação principalmente com a era algorítmica da propaganda. Logo investir no Socialismo Utópico é mais financeiramente interessante que investir no dito Socialismo Científico. A atual forma de debate tem priorizado o maior impacto com o menor tempo de exposição possível. Ver um meme é mais importante que ler um livro ou ouvir uma palestra.

Atualmente é mais fácil vender a utopia do comunismo como real do que provar a sua pretensa cientificidade. Daí a predileção dos recursos propagandísticos em prol do Mundo Utópico.

domingo, 14 de junho de 2020

Os caridosos sempre vencem os miseráveis na Seleção Natural do Mais Bonzinho

Quem possui mais recursos financeiros, humanos e mais tempo livre tem maior poder de fabricação da imagem de bom do que a média das pessoas com menos recursos.

Portanto emitir a imagem de uma pessoa melhor é muito mais uma questão de poder financeiro que de iluminação interior.

Ou melhor dito, de uma equação de poder: A capitalização de recursos é proporcional ao poder de caritatizar. E quanto mais se impõe a competição pela imagem de ser "uma pessoa melhor", os associados dos Grandes Estados e das Grandes Corporações tem mais chance de vencer nessa que os demais integrantes da sociedade, resultando em poderem parecer mais bons, justos e generosos. Mais bons parecerão ainda quanto menos fiscalizado for o poder desses pelo povo.

Povo do qual retiram seus recursos e para esse emite a imagem de seus benfeitores, ainda que seja a maioria do povo o grande benfeitor de fato. Mas isso não importa para a utopia: Nominalmente o secto político-corporativo é o Grande Benfeitor e se é nominalmente assim, também o será no real da propaganda eterna que constitui a natureza dos Mundos Utópicos.

domingo, 24 de maio de 2020

A Sensação Histórica na Era Digital e a Guerra de Informação

Ao contrário das previsões dos advogados da Pós-Modernidade que diziam que a Humanidade entraria em rumos cada vez menos interessados em história em favor de abraçar um Futuro o qual a Propaganda do Convencionalmente Estabelecido pode ora reinventar, ora dogmatizar, a Era Digital permitiu maior acesso a Memória Histórica e com isso também maior possibilidade de compreender tanto o que aconteceu, quanto o que está acontecendo e soma se a isso também uma maior capacidade de esquadrinhar o que se diz sobre o Futuro e de dizer sobre esse com os devidos e esperados erros e acertos.

Tanto a sensação de Passado e Futuro tem mais peso (no agora histórico) e não mais leveza insustentável como queriam os propagandistas que pregam que o Futuro deve ser sentido como Eternamente Vacuoso para os Eus que herdam a Disfunção Original da Civilização e portanto, devem esperar o Advento do Novo Normal pensado pelos Eus Superiores que detém o monopólio de arrogar-se como quem sabe em terra onde ousar saber é pecado ou mente de quem odeia o bem do Grande Ser Social, ainda que os meios de se saber estejam nesse momento histórico mais próximos do que distantes.

Eis aí o objetivo dos Contra-Reformistas da Era Digital: Se os meios de saber estão mais próximos da população, e tais meios ao mesmo tempo também carregam a possibilidade de serem instrumentos de controle da maioria por um secto, cabe aos Contra-Reformistas da Era Digital propagandizar a vontade de saber como pecado ou doença de disfunção social, afim de que os meios de saber sejam cada vez menos informação e mais controle.

E sendo mais controle que informação, os reacionários da Era Digital poderão tirar-nos o peso da história e nos oferecer a leveza forçada como sustentável com os devidos meios de coerção de uma tirania que não mais se contenta em impor força, mas também desconhecimento sobre a mesma daqueles que por essa são submetidos.

A Era Digital está longe do fim e em seu começo. O que será feito dessa e o que faremos com o que dessa se faz?

Eis a Questão que está acontecendo...





sexta-feira, 10 de abril de 2020

CDXXXII

When you have Bank Monopoly and State Monopoly it really doesn't matter discuss if the Bank owns the State or if the State owns the Bank: A sect of monopolists owns it. And nobody else does.

segunda-feira, 6 de abril de 2020

CDXXXI

A Burguesia nada tem a temer numa revolução comunista porque foi transformada em Intelligentsia. Já os Trabalhadores só tem uma coisa a ganhar: Algemas definitivas.

Selective Archaism

Some groups are able to operate digital apparatus but are too backwards to be considered conscious human beings.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Sobre os Eternos Ciclos de Crises Econômicas

Uma crise econômica só é uma crise de fato caso abranja toda a sociedade e todos seus setores (que fique registrada a suspeita de que a quota de prejuízo poderá nem ser igual e muito menos proporcional). Se é uma Crise onde Governos e Corporações conseguem manter ou ampliar sua capacidade de exercerem monopólio (cooperativamente ou de forma unívoca através das várias formas de exercimento do Estado-Mercado) e apenas a maioria da população perde de forma significativa propriedade, recursos e acesso a serviços, então se trata de uma crise seletiva, especificamente: Predação econômica da população feita pela classe monopolista.

Agora se faz necessário explicar o porquê da eternidade. Pois bem, o monopólio só perdura eternamente caso mantenha predação econômica constante da população, seja em tempos econômicos favoráveis ou desfavoráveis (A força do monopólio se dá mais pela fraqueza alheia do que pela força própria, a despeito e sempre a despeito da conjuntura de todas as forças). E só se apresenta ao público como acidente através da desinformação, assim a eternidade que pode ser até previsível sendo acidente político e/ou econômico-financeiro não será compreendida como prevenível, caso fosse pertencente ao domínio dos fenômenos com causa e efeito, ações intencionais e consequências previstas.

Nada resta então a não ser oferecer os remédios de sempre das crises de sempre: Concentração proprietativa nos centros com maior capacidade de retenção. O proprietariado como Grandes Governos e Grandes Corporações. Daí os Eternos Ciclos de Crises Econômicas do Monopólio.

Nisso encerra-se o dogma da dicotomia do Estado VS Mercado. O Grande Estado se fortalece com um Grande Mercado atuando em seu favor. Também o Grande Mercado reduz seus competidores e reduz opções dos consumidores com as intervenções de um Grande Estado que com esse cresce em sistema de reciprocidade.

Contra a Ideologização na Educação e no Judiciário

Sim! Um professor tem direito de ser socialista da mesma forma que um juiz tem direito de ser conservador.

Entretanto, ambos têm o dever de serem profissionais e não abusarem da confiança dos respectivos cargos para cometerem abuso ideológico.

Sendo profissionais não são seres desprovidos de suas crenças. Apenas estão se livrando de fazerem uso criminoso das mesmas.

Essa é a lição que fica para o Brasil pós Moro-VS-Lula.

sábado, 8 de fevereiro de 2020

CDXXVII

Sionismo: Conversão de referências bíblicas em desculpas políticas para intervenções militares e perpetualismo bélico. Não requer de seus cultistas específica fé religiosa, senão em seus fins político-militares.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Sobre o Curandeirismo Social

Curandeiros sociais não querem oferecer soluções para os males sociais, mas fazerem desses um modo de obtenção de recursos e veiculação de propaganda enganosa enquanto oferecem um retorno abaixo do devido no que se refere a promoção de ações solidárias e com um retorno acima do devido para si mesmos.

Decerto que a Sociedade Perfeita que dispensa toda forma de solidariedade e busca de soluções é utópica. Entretanto, a Perpétua Miséria para Perpétua Caridade, mais retira recursos e serviços que oferece às finalidades que nominalmente se compromete, ao ponto de ser mais uma força contra a solidariedade do que uma força a favor, por mais que a propaganda aumente o recorte de seu dito bem e desvie o escrutínio das consequências de seus males, crimes e fraudes.

Distinguir grupos de ações solidárias e sectos de curandeirismo social é distinguir a vida da morte, o bem do engano e o ganho social da predação da boa vontade coletiva.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

CDXXV

- A Pós-Modernidade bláh-bláh-bláh é definida pelo fim das grandes metanarrativas...

- Só... Tipo o Marxismo né?

- Que isso! Marxismo explica tudo.

- Tipo o Freud né?

- Que isso! Nada a ver.

- Nada a ver. Que isso!

quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

CDXXIV

O que comunistas querem? O máximo de agitação, revolução e críticas em direção ao monopólio.

O que querem após o monopólio? Nenhuma dessas coisas.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

ERRATA da Caridade

Solidariedade Social é bom. Independente de individualismos ou coletivismos, é benéfico e sensato quando existe a consciência de que existe uma relação de reciprocidade entre o bem próprio e o bem alheio. E nesse sentido propor ações solidárias.

Entretanto, que isso seja distingüido do caritatismo corporativo e do caritatismo estatal.

O caritatismo estatal ocorre quando o estado abocanha recursos em excesso, dá um retorno social abaixo do devido e ainda propagandeia o quanto é bom para todos, a fim de manter o estado de coisas que lhe favorece e justifica a sua expansiva captação de recursos, dando mais retorno a sociedade em propaganda do que em benefícios.

Quanto ao caritatismo corporativo: Empresas corruptas e monopolistas que se vale de vantagens ilegais, mas que usam de "caridade e filantropia" para lavagem de imagem. Bem como a autotropia, que é investir em "caridade" cuja missão é o próprio bem fingido como "ação social".

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P.E

O mesmo do que foi dito anteriormente pode se dizer do Crime Organizado e das Religiões Organizadas?

Eis a questão...

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

CDXXII

As polêmicas ideologicamente construídas e planificadas nas redes sociais tem um efeito semelhante ao mercado de ações: Especulações que podem resultar em lucros políticos reais, além de outros lucros adjacentes.

Além disso tal mercado incorpora o potencial da rede aberta.

sábado, 11 de janeiro de 2020

CDXXI

Communism: The belief that the greediest statists will work for the benefit of the public.

sábado, 4 de janeiro de 2020

Comunismo Histórico e o Comunismo Utópico


"Eu recebo de bom grado toda opinião que se baseia em crítica científica. Quanto aos preconceitos da dita opinião pública a qual eu nunca fiz concessões, agora mais do que nunca, faço minha a máxima do grande Florentino: "Siga teu curso e deixe falar as gentes"."

Karl Marx

A Utopicidade do Comunismo não é substituto para a Historicidade do Comunismo, senão na medida em que se apresenta como uma das partes do conjunto de evidências e saberes sobre o Comunismo e não como totalidade que lhe define de forma inquestionável, e que por assim ser deveria estar acima de qualquer investigação. O Comunismo é um fenômeno circunscrito no tempo e no espaço e até o vigente momento encontra-se materialmente e ideologicamente em curso no Mundo. Portanto, não pode inexistir como objeto alcançável de análise, fugindo do campo de observação para um campo de crença cujo escrutínio pertence somente aos seus crentes. Proceder desse modo seria fazer uma concessão contra a ciência, a história e a informação pública.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Princípios da Propaganda Desinformativa - A Anti-Natureza

De que maneira o Secto Político poderia justificar a Violência Organizada, Inquisições Políticas e a Desapropriação Coletiva senão negando em peças intelectualóides-propagandisticas a naturalidade dos laços intra-familiares e inter-familiares? Ou seja, negando as funções solidárias de proteção e partilha.

De que maneira o Secto Político poderia justificar e criar aceitação à redução da qualidade de vida em sua possibilidade de manutenção e continuação, senão em aberta propaganda anti-natural, pregando então que todas as sociedades devem obedecer a uma ordem ideológica controlada monopolisticamente?

De que maneira o Secto Político poderia fazer sua doutrinação cientificista senão minando a autoridade científica dos saberes relacionadas as ciências que se baseiam em critérios de maior objetividade e qualidade demonstrativa (e nesse sentido: Naturais) senão pregando que a anti-natureza entendida conforme os ideólogos do comunismo possui supremacia perante quaisquer outros conhecimentos?

De que maneira pregar para todos os grupos humanos do mundo que esses devem inevitavelmente findar num destino economicista transnacional? Destino que apenas os auto-eleitos do secto político podem controlar sem um processo interativo de negociação entre os povos, senão num processo acima da auto-determinação desses.

A Crença da Anti-Natureza (entendida no contexto dialético do processo comunista) permite aos propagandistas e mercenários do comunismo minar as resistências sociais e intelectuais (conhecimento, liberdade de informação, costumes de solidariedade social) em direção a formação de um monopólio pleno pela via doutrinária e/ou pela via da violência organizada, seja isso feito de forma gradual ou radical.

CDXVII

O Comunismo pode ser resumido numa frase: O Monopólio Pós-Capital.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Princípios da Propaganda Desinformativa II

Afim de criar justificativa para uma Inquisição Social com poder para executar Tribunais Linchatórios para punir quem pecou contra O Grande Ser Social a Intelligentsia precisa não apenas formar e expandir sistemas que nomeam pensamentos e compartamentos não admissíveis para o Secto como pecado, mas também fazer com que as massas assimilem dentro de si tais Tribunais Inquisitórios tanto para auto-punição quanto para a alter-punição, tanto para a auto-vigilância quanto para a alter-vigilância.

Assim quando os auto-eleitos dos Tribunais Inquisitórios em suas sessões de luta conclamarem a multidão a lançar a primeira pedra contra os eleitos como pecadores, contarão com antecedência com uma multidão predisposta para tal.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2020

Princípios da Propaganda Desinformativa

Para a justificação de uma intervenção desproporcional é necessário que os membros da intelligentsia apresentem ao público um diagnóstico desproporcional da situação.