O Brasil é a medida de todo caos político.
---
No jurisdiquês-politiquês do Brasin nada se transforma: Tudo se cria e tudo se destrói.
---
A novela da política sempre custa caro: O drama transcende o embasbacamento cômico e cotidianiza a tragédia
---
Moro não é um inocente que não deve responder pelos seus atos, o próprio se tornou o maior sabotador da Lava Jato - seus deslizes na condução terminaram por ser capitalizados politicamente pelos investigados mais bem relacionados (incluso o atual Presidente do Brasil) e não ao ser favor como idealizou - entretanto o consenso Bolsolulista está transformando a investigação contra a corrupção em instrumento de vingança seletiva.
Esse fenômeno brazinsco é traduzível: Moro é novo (...) - A classe política quer condená-lo por fazer a política que a classe política faz - que do ponto de vista do interesse da população e dos altos ideais republicanos (porém: Altíssimos) não deveria ser, so que é - Entretanto só é errado se quem faz se torna um excomungado político - Ou seja, não é a condenação do ato, mas a condenação de querer agir no ordinário político sem ter o ingresso exigido pela ordem.
Essa tendência da lei reforçada pela "polaridade de conveniência" (existe grande polaridade no apelo dramático e na incitação popular, mas nas decisões mais consequencionais e substanciais da vida política não oferece opções de fato para a população) não é animadora em trazer confiança numa justiça com fins e princípios que deveria ser soberana diante da "justiça de meios e diferentes moedas".