Uma massa que define sua história a partir de uma "pós-modernidade",
está apenas reafirmando para si que é uma massa e negando aquilo que lhe
constitui. Ao reduzir a história a um constructo incontinuável de
miséria de significado e a uma total esterilidade identitária, as gentes
se destinam à mendicância infindável de um nada calculado que lhes
alivie e um totalidade inquestionável que lhes negue.
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