sábado, 19 de dezembro de 2020

Überspekulativ Kapitalismus und Der Geist des Kommunismus - addendum

Por que os grupos que promovem a (des)economia de alta especulação encontra nos comunistas melhores aliados do que os grupos considerados oficialmente capitalistas como o conservadorismo?

Tanto o capitalismo de sobrespeculação quanto o comunismo produzem a desapropriação da maioria populacional a fim de concentrar propriedade para seus indivíduos associados. O capitalismo de sobrespeculação atua preferencialmente pela via da compra das forças estatais e sociais dominantes. O comunismo por se constituir em força estatal e força social dominante. Convergência ou contradição?

Ambos vêem na economia aquecida (alta taxa de confiança que promove maior troca de serviços e produtos pela maioria da população) como forças que arriscam a segurança estática que requer o monopólio (anti-dinâmico por natureza economica, política e ideológica).

Desde Marx e Rothschild a Soros e seus mercenários marxistas, as forças de capitalismo sobrespeculativo e o comunismo atuam harmonicamente entre si. Apesar disso se apresentam como forças contraditórias? Seriam de fato?

O interesse de sobrespeculação financista não é difícil de reconciliar com o projeto comunista porque entre As Dez medidas do Comunismo apresentadas no Manifesto encontra-se a formação do Monopólio Bancário com o apoio do Estado, ou de conforme a poética marxista, com as mãos visivelmente sanguinárias do Estado.

É de se notar outra afinidade entre os pensadores marxistas e os pensadores por trás da sobrespeculação. É importante notar que a parte mais importante do Manifesto, as Dez Medidas, não é explicada por Engels e Marx, mas apenas inseridas entre argumentos de persuasão. Fica claro que por mais que o Comunismo tem sido a história de medidas que promoveram genocídio e miséria de forma calculada, a propaganda continua em dizer que nada disso foi de fato comunismo. Seria contradição marxista não assumir a história do próprio marxismo? Não: É a sua tradição. O espírito do Comunismo sempre será a busca pelo Monopólio e a persuasão das massas de que a sua busca pelo Monopólio gerido por seus indivíduos associados é o sinônimo de emancipação popular. Ou seja, coerentemente com o marxismo, muitos marxistas não confessaram que os governos mais genocidas da história se guiaram por sua doutrina, isso é, a preservação da Propaganda é algo considerado condição indispensável para sua aspiração ao Monopólio. O que certamente vai de encontro com a tese de Soros: A persuasão se sobrepõe a cognição [de qualidade factual]).

Isso implica em outra convergência entre as forças da sobrespeculação financeira e o comunismo. A especulação financeira também requer a especulação intelectual, ou seja, a capacidade de fazer até a ciência ser mais líquida e menos sólida. A Grande Fome de Mao  

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domingo, 13 de dezembro de 2020

O problema do dinheiro para os comunistas e a falsa aliança com os anti-capitalistas sinceros

Comunistas atraem até pessoas de boa fé que entendem que o dinheiro em si não é garantidor de prosperidade social e que mesmo em abundância, pode ser causa, meio e fim para os males do social.

Toda crítica marxista parece que pode ser sintetizada com a frase paulina "O Dinheiro é a raiz de todo o mal".

Não seria isso uma boa razão para um sincretismo entre o marxismo e o cristianismo?

Não seria a promessa de um futuro sem a existência do mal (principalmente do mal bem estruturado financeiramente) um sentimento de esperança messiânica que deveria unir tais forças?

Pois bem...

Para o comunismo a frase "o dinheiro é a raiz de todo o mal" vale dualisticamente e dialeticamente. Para esses existe ainda o outro lado da frase que apesar de não rezarem tão abertamente, certamente a entendem e praticam: "O dinheiro é a raiz de todo o bem".
Seria isso uma contradição marxista? Não em se tratando do marxismo como uma declaração de guerra que quer o monopólio como condição da paz social. O dinheiro, o capital, a propriedade... Essas coisas são a raiz de todo o mal se estão em posse das forças inimigas e/ou estrututras consideradas obstáculos para o monopólio comunista. Pequenos agricultores que foram perseguidos e mortos na formação da União Soviética longe estavam de serem grandes proprietários da região e muito menos do mundo. Entretanto os comunistas entendendo bem a doutrina que lhes guia ao poder, entendeu que retirar-lhes qualquer mínima propriedade (meios latrocidas incluso) era avanço para que esses pudessem alcançar a total propriedade. Em tempos contemporâneos, parte significativa de trabalhadores (desprovidos de receberem as unções intelectuais da Convenção) que vêem o nacionalismo e valores tradicionais como favoráveis a sociedade, são vistos como forças capitalistas mais assustadoras e temíveis que o monopólio comunicativo que detém os tecnocratas superescolarizados do vale do silício e mesmo as grandes fortunas por detrás da indústria pornográfica com investimentos em tráfico humano. Tampouco rejeitam os donos de grandes fortunas que monetizam suas atividades mercenárias sob a escusa de "investimento filantrópico". Isso se dá porque não apenas se afinizam em princípios, mas também em finalidades. Compartilham entendimento similares como o uso da propaganda anti-propriedade para o favorecimento da criação de condições de acúmulo de propriedade (negativizando a propriedade de seus alvos para se legitimizar como os receptores proprietativos autorizados) e a solidariedade inter e intra-familiar como obstáculo de controle ideológico e político.

E pelo outro lado que complementa essa estratégia, tem-se o comunismo que constituiu e visa constituir os governos com a máxima centralização bancária. E centralização bancária de tal natureza que massifica tanto a desapropriação da população, quanto um estilo de vida que lhes faz trabalhar pela dívida. Ou seja, a transformação do proletariado em debitário. Não é de se surpreender que mesmo a antiga União Soviética e a atual Venezuela, mesmo em contextos históricos diferentes, se igualizam em formarem sociedades com alto nível de endividamento e desproprietização massiva. Mesmo no centro escravocrata mais comercialmente sucedido do mundo organizado pelo Partido Comunista na China, os próprios cidadãos nem donos de seus órgãos são, pois a qualquer pretexto de dissidência, tem seus órgãos extraídos pelo Tráfico de Orgãos monetizado e incentivado pelo Estado Interventor. Isso sem se falar de viverem sob a perpétua restrição de movimento e comunicação imposta pelo seu império comunicativo.

E o que interessa essas informações aos habitantes do dito "mundo livre"? Se se aumenta o número de grupos afins das ideologias e das práticas comunistas dentro do dito "mundo livre" torna-se claro quanto o "Mundo Livre" se aproxima de se transformar na mesma qualidade societária que as sociedades oficialmente comunistas. Isso se dá é claro, porque forças comunistas e afins atuam dentro do mundo livre para transformá-lo também em parte integrante da universal comunista, independente de se declararem abertamente comunistas ou não.

Mesmo o "Mundo Livre" tem crescido em população sem segurança proprietária essencial (habitação, saúde e segurança), assim como endividamento e desemprego. Condições que favorecem os grandes estados e monopólios a acumularem propriedade para si e seus agentes. Propriciando assim que esses usem medidas para manutenção do estado de monopólio que lhes convém que em nada difere-se substancialmente das sociedades oficialmente comunistas da e na história como: Restrição de liberdade de movimento, modo de economia baseado em dívida desproprietativa e não na confiança societária dinamizadora de trocas de bens e serviços, punição de dissidência política e cultural bem como a aproximação (que confunde os) dos interesses do Estado e das Grandes Corporações. Que diferença haverá entre o "mundo livre" e o mundo oficialmente comunista quando as diferenças forem apenas em nominalidade e em posicionamento geográfico? Eis a questão.

Assim e apenas nesses sentidos que o comunismo é anti-capital: Para fazer com que a sociedade não mais produza o capital, mas dívida perpétua e em massa. O fim do consumo pela miséria. O fim da comercialização da produção pela escravidão do povo ao Secto Comunista. O fim da propriedade através da desapropriação da população e da monopolização da propriedade pelos messias sociais.

Também nesse sentido que o comunismo é pró-capital e sem contradição consigo: Para o alcance a a consolidação do monopólio proprietativo e a formação do monopólio bancário nas mãos de seu secto e de seus indivíduos associados.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

A lógica da anti-propriedade como tática de acúmulo proprietativo

Em ambientes onde se prolifera a dificuldade e o desencorajamento em se obter propriedade, apenas os agentes mais aptos a reter propriedade, a saber, Estados Altamente Taxativos, Corporações que dispõe de políticos tal seus próprios executivos e Terroristas expropriadores que buscam se ungir como poder oficial (para expropriar não mais contra a lei, mas enquanto lei).

A propaganda da anti-propriedade potencializa as forças com maior capacidade de ascensão monopolista e predispõe as populações a ceder poder para quem irá de fato concentrá-lo, sem que haja garantias de que haverá "distribuição após a máxima concentração" que boas intenções e a própria propaganda.

A problematização da propriedade feita pelos agentes monopolistas, de que tal inerentemente compromete o Bem Maior, não quer necessariamente dizer, que esses apresentarão a solução a qual as massas anseiam (melhora da qualidade de vida através do aprimoramento da dinâmica proprietativa), mas a solução a qual esses anseiam, isto é, o fim do conflito proprietativo conforme a perspectiva monopolista: A concretização do monopólio. 

Nesse sentido Karl Marx pode ser creditado tanto quanto um grande problematizador do conflito proprietativo para a sedução das massas, quanto o grande solucionador dos anseios monopolistas das forças de maior capacidade de retenção proprietária. 

O "proletários uni-vos" é sucedido dialeticamente pelo "monopolistas, removidos foram os obstáculos, agora o mundo é vosso": Eis a Ética Marxista e o Espírito do Monopólio.