Não penso que estamos em um momento diferente de quando o comércio de
indulgências da igreja católica oficial era crescentemente criticado e
agora. Naquela época poderia se acusar os críticos de estarem tirando do
povo "a remissão dos pecados e a salvação da alma" ao exporem uma
atividade crida religiosamente como comércio fraudulento.
Hoje
expor o comércio de boas intenções e filantropia, como atividades
politicamente predatórias e enganosas, equivale fazer com que muitos
percam a fé na imagem de si, a alma eletrônica, o que pode causar a
perda do desejado arquivamento no paraíso digital, caso seja exposto que
foram apenas financiadores de guerras civis e transnacionais, tráfico
humano, indústria da doença e corrupção, e não arquétipos de bondade e
boa vontade ilimitadas.
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