domingo, 26 de julho de 2020
Propaganda, literatura e monopólio
Visto que a mentira pode se fazer verdade através da propaganda, a
verdade pode se fazer mentira através da literatura como último recurso
de sobrevivência. Mesmo que não estritamente se refira literalmente a
fatos (o que seria jornalístico), permite com que o leitor encontre
elementos ora verossímeis, ora falsímiles, característica que não está
imbuída de nenhuma iluminação instantânea, mas sim de maior densidade
reflexional sobre possibilidades, impossibilidades, histórias e
estórias, contemporaneidades e utopicidades. Tal possibilidade de
reconexação com a verdade trazida pela literatura, mesmo que não seja a
verdade por si mesma, ao menos é uma materialização
anti-propagandística, visto que a propaganda visa justamente a diluição
da capacidade reflexional em prol da via iconoplástica da
falsa-cognoscibilidade advinda da utopia eternamente repetida com fins
de se tornar obstáculo da realidade a se descobrir, visto que a utopia
só pode vir a ser caso a encoberte. Isso não torna a literatura como ente
não-utópico ou nunca-utópico, visto que intencionalismos de realismos não são garantia de
verdade e mesmo metáforas fantásticas podem ser alegorias em direção a
essa: A propaganda também busca ser realista e que quer ser sobre-real
mesmo quando surreal. Mas mesmo a literatura quando é utópica permite
que seja agregada ao saber humano outras possibilidades de utopia. E
eis que até nisso se opõe a utopia feita pela via da propaganda: A
propaganda não admite outras utopias além de si, outras idéias e ideologias, nem
que sejam verdades ou mentiras. E como essa serve ao monopólio, a
propaganda se posicionará, radicalmente ou gradualmente à literatura.
Também a literatura será oposição a propaganda, ainda que não tenha sido
predestinada a vir a ser na história para ser a anti-propaganda,
entretanto, por transcender o monopólio do real e do irreal que visa a
propaganda, sobreviverá e até prosperará pela capacidade dos indivíduos e
grupos de conseguirem comunicarem a verdade a despeito das forças
ideológicas que visam suprimir os saberes em prol de poderes dependentes
da ignorância em massa. Uma sociedade rica em propaganda padecerá de
miséria literária. Uma sociedade rica em literaturas, aspirará a
emancipação do monopólio e de suas anti-narrativas em ecos propagandísticos.
sábado, 18 de julho de 2020
Sex and the Propaganda
Sex is
being propagandised to nothingness: It's not of body but property of
monopolists ideology. Take no consideration to sexual partnership:
There are only sexual commodities you can buy or sell. Sex is non-sex and
anti-sex. You can watch and not grab it. You can grab it and not see
it: Societary blindfolding is not an option and not even an extra for fetish: It's a moral imperative for our social order that can't be disturbed.
They
make
sex cheap by saying it's just a meaningless recreational thing. But
how can it be recreational and meaningless at the same time? Because
they want to see it commercialised but not overpriced to the point
people stop selling for cheap societary moneys like being ideologically
correct, pieces of paper printed by banks or the press or social
approval for groups
of number beings. It's also a good propaganda toy for ultrapuritans and
ultraliberals : Since is undervalued abuses are predetermined to be
taken lightly. And since is wrongfully undervalued some will propose
abusive measures as a false solution to it. Not only that: Since is just a meaningless recreational thing, powerful serial abusers networks can offer a facade of Entertainers and mere Thrill-seekers to ofuscate their true faces as professional abusers and liars.
They say we need to keep
the sexual revolution going as numbers of non-seeing voyeurs, unwilling loners and serial abusers networks
grow day by day... Excuse me the new puritans but: The sexual revolution
was really an anti-sexual revolution. No, thanks!
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