Por muito tempo os subcríticos do
comunismo tem se limitado a interpretá-lo como o estado que entrega
serviços sociais e para tanto tem que passar a cobrar mais impostos e
maximizar o estado a fim de atender tal demanda. Sendo assim, a
discussão se dualiza entre aqueles que se opõe a mais impostos e menos
estado e os que defendem menos impostos e mais estado. Em suma, a guerra
entre "minimalistas" e "maximalistas". Assim quer que se creia os
apologistas da desinformação como o "bem maior" do credo político,
principalmente os marxistas, que convenientemente podem facilmente
confundir a opinião pública se apresentando como meros ativistas do
"Estado Prestador de Serviços Públicos".
Entretanto
o que se verifica na história do comunismo é que suas forças, seja como
estado oficial ou como força de oposição, se constituem em um sistema
completo de geração de guerra civil, propaganda ideológica e formação de
monopólio centrado no partido. Ou seja, mesmo como "Estado Mínimo"
(guerrilhas e doutrinadores, governos em estágio inicial) esse se
encarrega primordialmente da construção radical ou gradual do poder por
terrorismo e propaganda; o que não é sinônimo do Estado Mínimo dos
Conservadores. E mesmo como "Estado Máximo" (Monopólio ascendente ou
Monopólio Consolidado em torno do Partido) se encarrega primordialmente
de conservar o controle ideológico e político sobre a população para
gerir a escravidão em massa que mantém seu poder.
Tanto
o "Comunismo Mínimo" quanto o "Comunismo Máximo" construíram juntos a
carnificina de mais de 100 milhões de mortos ao redor do mundo em sua
busca por monopólio, terrorismo e poder que escraviza as massas e
extermina seus dissidentes. Tal realidade histórica transcende o
mensuralismo de estado. Para mensurar completamente um Estado ou
qualquer força política é necessário recusar a desinformação de que a
mera política de impostos define a totalidade da natureza de seu poder.