sábado, 21 de novembro de 2020

O Comunismo Máximo e Mínimo

   Por muito tempo os subcríticos do comunismo tem se limitado a interpretá-lo como o estado que entrega serviços sociais e para tanto tem que passar a cobrar mais impostos e maximizar o estado a fim de atender tal demanda. Sendo assim, a discussão se dualiza entre aqueles que se opõe a mais impostos e menos estado e os que defendem menos impostos e mais estado. Em suma, a guerra entre "minimalistas" e "maximalistas". Assim quer que se creia os apologistas da desinformação como o "bem maior" do credo político, principalmente os marxistas, que convenientemente podem facilmente confundir a opinião pública se apresentando como meros ativistas do "Estado Prestador de Serviços Públicos".


   Entretanto o que se verifica na história do comunismo é que suas forças, seja como estado oficial ou como força de oposição, se constituem em um sistema completo de geração de guerra civil, propaganda ideológica e formação de monopólio centrado no partido. Ou seja, mesmo como "Estado Mínimo" (guerrilhas e doutrinadores, governos em estágio inicial) esse se encarrega primordialmente da construção radical ou gradual do poder por terrorismo e propaganda; o que não é sinônimo do Estado Mínimo dos Conservadores. E mesmo como "Estado Máximo" (Monopólio ascendente ou Monopólio Consolidado em torno do Partido) se encarrega primordialmente de conservar o controle ideológico e político sobre a população para gerir a escravidão em massa que mantém seu poder.

   Tanto o "Comunismo Mínimo" quanto o "Comunismo Máximo" construíram juntos a carnificina de mais de 100 milhões de mortos ao redor do mundo em sua busca por monopólio, terrorismo e poder que escraviza as massas e extermina seus dissidentes. Tal realidade histórica transcende o mensuralismo de estado. Para mensurar completamente um Estado ou qualquer força política é necessário recusar a desinformação de que a mera política de impostos define a totalidade da natureza de seu poder.


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