A sofisticação do acesso proprietativo gerido e proposto por forças monopolistas não significa necessariamente maior intervenção técnica das finanças, mas maior distanciamento da população do acesso e controle do fluxo proprietativo em prol dos que controlam tal técnica (maior eterilização das finanças é concentração de controle financeiro dos grupos capazes de controlar big data). Tal sofisticação busca diminuir ainda mais a eficácia da mobilização da população por melhores condições de vida.
Ou seja, a eficiência da liberdade de expressão e a liberdade política são proporcionais ao acesso a informação, a transparência dos poderes e ao acesso proprietativo. O que é inversamente proporcional ao monopólio, incluso a tática atual de desapropriar a população de condições de vida pelo aumento da distância entre as mesmas através de excusas tecnocratas não necessariamente justificáveis tecnologicamente (Antes da tecnologia ser programada para rezar monopólio essa é uma tecnologia programável).
A população está acessando condições de vida com a dita democratização da tecnologia ou apenas está sendo acessada pelos agentes do monopólio?
Eis a questão do progresso tecnológico?
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