domingo, 20 de abril de 2025

ERRATA DA POLARIZAÇÃO OU... A MELHOR IDEIA POLÍTICA SEMPRE VENCE NO FINAL

Vive-se na era da polarização? Ou a era da irracionalidade?

O debate político que teoricamente era feito "no passado" foi substituído pelo debate irracional, por mero avanço das forças monopolistas, visto que defender maximização de poder sem contrato com retorno aos cidadãos (Ou seja, o retorno apenas é reafirmação ideológica e combate "aos outros", não retorno em acesso proprietativo e societário) exige a negação e a recusa de atualização sobre a realidade. Daí a proibição política de escutar o contraditório ainda que competitivamente, restando apenas o debate de quem e o que é dos grupos afins e grupos contrários. E o monopólio sobrevive não com competitividade, mas com supressão da mesma, abolindo as leis da melhor ideia pelo mais livre debate, livre iniciativa, maior e melhor produtividade, evolução da qualidade de serviços e produtos e geração de acesso a renda (quando a restrição a renda, serviços, produto, informação e comunicação é passível de lucro financeiro e/ou político, não espere que o monopólio não escolherá essa opção).

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Os limites da liberdade do capital individual

Quanto de inflação o capital individual paga ao capital (inter)estatal [não apenas a relação do governo federal com as esferas estaduais e municipais, mas também a relação do capital determinada pelas relações políticas entre governos de outras nações, o que fica claro na atual era Trump 2.0 vs Xin Jinping 2.0) e quanto de inflação o capital individual paga ao capital corporativo? Quanto de inflação o capital individual paga pela resultante de cooperação e competição entre governo(s) e corporação(ões)? Do que sobra, qual seu real poder de compra e investimento que lhe possa resultar em efetivo acesso socioeconômico?

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A dissociação entre apresentação de intenções políticas e a busca por fins políticos é condição fundamental e não apenas hipocrisia da política monopolista pós-digital.

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