O dogma marxista de que a ciência é fruto do consenso entre burocratas e não fruto do trabalho de observação e pensamento aplicado, possibilitou a reinauguração de um clero que se coloca como obstáculo a difusão do conhecimento, visto que crêem que esse deve ser controlado. Com a diferença de que esse clero não se apresenta como tal por exigência do consenso político-ideológico, e não se vêem como fanáticos porque acreditam numa cientificidade gratuita permanentemente adquirida, o que lhes parece ser razão suficiente para que as opiniões que se comprometeram a impor tenha credibilidade.
Há quem busque irrefutabilidade.
O novo clero busca inquestionabilidade.
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