segunda-feira, 7 de maio de 2018

CCXXV

Regressistas transformaram palavras como "tolerância", "diversidade", "preconceito" e "multicultural" em mantras de uma metafisica conveniente e interminável que visa distrair a opinião pública de seus interesses fixos, os quais perseguem com fanatismo, a saber: Dividendos políticos, silenciamento da oposição e dinheiro (não importando origem ilícita do mesmo).

Suas polêmicas calculadas parecem fazer acreditar que estão defendendo arte marginalizada (mesmo que a Lei Rouanet tenha histórico duvidoso em financiamento de abastados, um certo banco internacional, por exemplo).

Por trás da falsa bandeira de diversidade estão os regressistas que querem manter a Lei Rouanet, como fonte fácil de arrecadação de verba pública, a qual é decidida com viés político, sob o pretexto artístico e com a parcialidade disfarçada em burocracia. Fazem frases de efeitos com a palavra Cultura para distração geral, enquanto o dinheiro serve para o entretenimento de um grupo bem restrito.

Soma-se a isso a Escola do Monopólio Ideológico, onde regressistas militantes se valendo do abuso de influência enquanto "intelectuais" e supostos agentes da educação, em detrimento da autoridade de responsáveis legais, fazem alunos menores de idade comparecerem a eventos "artísticos" politicamente definidos por "artistas", que beneficiados pela partidocracia, em troca comprometem-se e comprometem sua produção para ser ideologicamente instrumentalizada, o que fazem com verba pública a despeito da opinião pública. De forma que não são "marginalizados" que saem em defesa dessa "mostra artística", mas o grosso do coro de burocratas, intelectualóides e filiados a mídia regressista, com seus interesses privados e partidários.

Parece que os "intelectuais" já não se contentam mais em apenas fazer apologia a corrupção feita através da máquina estatal, de cartéis formados com apoio de governantes e empresários corruptos, onde seus políticos de estimação encontram-se envolvidos. Querem estender o abuso também a Cultura e a Educação, áreas que segundo a propaganda ideológica lhes são sagradas, mas infelizmente profaná-las, tem apelado mais a seus interesses.

Onde está a "diversidade" nessa podre oligarquia, que decide com verba pública que a educação e a cultura sejam limitadas a serem instrumentos de exclusivos interesses?

Nenhum comentário:

Postar um comentário