É lamentável termos que chegar a um ponto trágico para perceber que
Estabilidade Econômica significa menos fome, menos pobreza e menos
desemprego. Apesar das relativizações dos governistas neste ponto,
apenas para minimizar os crimes de responsabilidade e o rombo bilionário
do orçamento.
Não existe nenhum país que possa ousar propor políticas públicas amplas sem que haja estabilidade econômica que as sustente.
Beneficiar
apenas um pequeno grupo econômico "tem outro nome", como oferecer juros
baixíssimos e bilionários através do BNDES a um lista seleta de
empresários. O Governo beneficiar Odebrecht, através de fraude em
licitação. A Promoção do Circo que rouba o Pão que foi a Copa do Mundo,
repleta de superfaturamento e promessas vazias de que a população seria
amplamente beneficiada pelo acordo de interesses entre as entidades
símbolos de corrupção: FIFA e PT.
Ao invés de se consultar o
rosário de boas intenções do suposto governo para o bem do povo é
recomendável analisar seus feitos. Quanto aos bons tempos que não voltam
mais... Sim houve "bons momentos" sim. Tivemos a China que comprou
bastante commodities do Brasil nos "bons tempos" e também o aumento da
oferta de crédito bancário, nos permitindo acreditar que os tempos
difíceis nunca chegariam e que nunca precisaríamos pensar seriamente o
Brasil, principalmente em se tratando de política de longo prazo que
deveria ter sido posta junto com a de "curto prazo" (crescimento baseado
em consumo simultâneo a crescente desindustrialização, o que implica na
fuga de empregos com melhor remuneração).
O Governo em períodos
"positivos" se deu ao luxo de dizer que todas as previsões ruins eram
coisa de profetas pessimistas e mau humorados. Que tudo não passava de
mera intriga da oposição. Agora a realidade está aí e a bênção da
ignorância esgotou suas benesses. Hoje o pessimismo não é mais coisa de
oposição. O Direito ao Pessimismo foi ampliado a todos nos 13 anos de
governo do PT.
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