O grande beneficiário político da soma do intervencionismo ocidental e da expansão do terrorismo jihadista que vem desestabilizando o já instável Oriente Médio é muito mais o Irã do que a Arábia Saudita e Israel.
Irã de "apenas mais um regime totalitário que se formou naquela região" é um país que mesmo não sendo uma superpotência e muito menos ser um país onde se produz nível significativo de qualidade de vida tem poder para exercer influência de consequência global.
A infeliz prova que o intervencionismo ocidental e o jihadismo são contrapartes facilitando o acúmulo de poder dos centros totalitários que se projetaram para se fortalecer e se perpetuar diante da destruição massiva da vida enquanto o mundo desinvestiava-se em prol do abstracionismo na formalidade da diplomacia com o niilismo em seu conteúdo.
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