A cultura woke (dialeticismos sofistificados sobre espécie, raça, etnia, geografia e genêro) é a banalização como instrumento de niilificação da liberdade e da vida humana em prol do monopólio predatório (seja esse nomeado de fascismo ou comunismo). Efetivamente essa barateia aos monopolistas aquisição de poder e lavagem de imagem e encarece o acesso a economia vital, a segurança e qualidade societária da população. Apesar da constante sofisticação e aparente infinito da ideologia, essa busca conclusão na consolidação no monopólio de meios de comunicação e de condições de vida desapropriando gradualmente e/ou radicalmente a população baseada em cálculos de oportunidade.
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