Uma coisa é reconhecer grupos judaicos como capazes de exercer bastante influência ao longo da história e sendo assim é válida a discussão sobre o impacto negativo ou positivo de seus membros.
Outra coisa é os outros extremos da discussão... Absolutizar de forma "benévola" a incapacidade deste de terem impacto negativo ou absolutizar de forma "malévola" a capacidade dos mesmos de exercerem impacto positivo afim de justificar políticas extremas de perseguição política ou engajamento bélico desproporcional. Também alegar que essa absolutização da influência de grupos judaicos se constitui uma incapacidade permanente de que outros grupos étnicos/raciais possam também ser capazes de estabelecerem sua própria influência perante os mesmos. Ou seja, a crença de que o poder ou se encontra em caráter de monopólio com os judeus ou com os não-judeus o que justifica o estado de "não-cooperação" e de permanente luta de classes entre judeus e não-judeus.
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