Os marxistas são aqueles que converteram transtorno de identidade em projeto de poder. Diziam ser classe trabalhadora sem a ser, apenas para exercer sob as custas dessa uma ditadura que seria em seu nome, sem jamais lhe pertencer, senão a uma classe parasitária que se apresentaria como "mais trabalhadora que a própria classe trabalhadora".
Esse esquema perdura até os dias de hoje, visto que o marxismo pode até ter variabilidade estilística, mas pouco ou nada muda sua estrutura básica, devido a sua característica inerentemente dogmática.
Atualmente alegam que a identidade do partido e da doutrina é a soma de todas as identidades ideologicamente seccionadas. E assim sendo o partido e suas organizações se portam como o único receptáculo de poder moralmente concebível.
Que falsificação de identidade o projeto marxista nos trará para o futuro? Um outro mesmo. Eis ao que se resume a continuidade dessa doutrina.
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