domingo, 19 de fevereiro de 2017

União Européia e o gosto pelo Extremismo

Criticar umas das organizações que lidera o desprezo a democracia dentro do próprio Ocidente, a saber, a União Européia™, é motivo suficiente para ser chamado de extrema-(alguma coisa), visto que cresce a percepção que fazer oposição a esta plutocracia é necessário.

Quem se opõe a política de assassinato econômico disfarçado de "austeridade" (que é nada mais que um atestado de incompetência dos "tecnocratas" da EU, os quais apenas conseguem demonstrar eficácia em gerar desemprego e dívidas públicas) pode ser facilmente rotulado como extrema-esquerda. Por um outro lado, quem se opõem a transferência da auto-determinação das populações em prol do sempre crescente controle supranacional de uma cúpula (virtualmente desconhecida pela maioria) que vê em qualquer manifestação democrática (referendos, mídia independente) um sintoma a ser urgentemente suprimido, aí torna-se previsível o rótulo a se dar: Extrema-direita.

Estes rótulos de extrema-(alguma coisa) não têm necessariamente a ver com preferência política e isto por uma razão simples: A União Européia oferece o "politicamente correto e aceitável" dentro de partidos em que possui maior controle, políticos vendidos tanto na direita quanto na esquerda. De uma tal forma que na prática, o que se escolhe mesmo é o discurso político que se quer ouvir e fica isso como se houvesse instituído que o povo foi ouvido, mesmo com a totalidade de burocratas com a velha flexibilidade para quebrar compromissos publicamente assumidos e constranger lideranças regionais, caso a agenda da EU assim o quiser.

E o que faz a União Européia enquanto nomeia seus opositores de extremistas e pragueja seus mantras de movimento hippie reformulado como a mais alta formalidade? Cometeu extremismos com guerras irresponsáveis que desestabilizaram o Oriente Médio, além de não ter livrado a "Humanidade" do islã radical, ainda promoveu seu ressurgimento deixando na região um vácuo político propício que foi preenchido por um maior totalitarismo, a estranha diplomacia distorcida com petrodólares, treinamento e envio de equipamentos a tropas ditas "rebeldes" (tudo isto com o apoio do Presidente Prêmio Nobel da Paz). Promoveu a imigração em massa na ânsia de mão de obra barata e voto fácil (para citar os motivos mais compreensíveis), que na prática é apenas a implementação do Islã Radical com apoio financeiro da própria União Européia e suas alianças questionáveis. (Quem se perguntou por refugiados Yazidis e Cristãos? Quem se perguntou por que entre "refugiados" havia tão pouco número de mulheres e crianças? E por falta destas e outras perguntas agora europeus estão sendo perseguidos na própria Europa).

Afim de ocultar o aumento sistemático de crimes de assassinato, estupro, roubo e formação de gangues causados pela imigração irresponsável, a resposta da União Européia é perseguir o jornalismo independente (que encontrou na Internet sua última trincheira), criminalizar a denúncia dos crescentes crimes como discurso de ódio e preconceito, com o apoio midiático esconder o máximo de crimes possível e quando isto não for possível, apresentar o crime como um ato aleatório que não tem nada a ver com o Islã Radical ou o totalitarismo político da própria União Européia.

A União Européia, que foi a promessa de integração entre Europeus, se tornou o processo de desintegração da Europa. O que seria o poder capaz de representar todos os europeus, se tornou o poder que representa banksters, senhores da guerra, burocratas avessos a democracia, políticos que vivem como celebridades acima do bem e do mal e uma mídia que se estabelece a base de lixo cultural e desinformação. A União Européia não só tem gosto pelo extremismo: Já é a sua vocação.

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