Criticar umas das organizações que lidera o desprezo a democracia dentro
do próprio Ocidente, a saber, a União Européia™, é motivo suficiente
para ser chamado de extrema-(alguma coisa), visto que cresce a percepção
que fazer oposição a esta plutocracia é necessário.
Quem se
opõe a política de assassinato econômico disfarçado de "austeridade"
(que é nada mais que um atestado de incompetência dos "tecnocratas" da
EU, os quais apenas conseguem demonstrar eficácia em gerar desemprego e
dívidas públicas) pode ser facilmente rotulado como extrema-esquerda.
Por um outro lado, quem se opõem a transferência da auto-determinação
das populações em prol do sempre crescente controle supranacional de uma
cúpula (virtualmente desconhecida pela maioria) que vê em qualquer
manifestação democrática (referendos, mídia independente) um sintoma a
ser urgentemente suprimido, aí torna-se previsível o rótulo a se dar:
Extrema-direita.
Estes rótulos de extrema-(alguma coisa) não têm
necessariamente a ver com preferência política e isto por uma razão
simples: A União Européia oferece o "politicamente correto e aceitável"
dentro de partidos em que possui maior controle, políticos vendidos
tanto na direita quanto na esquerda. De uma tal forma que na prática, o
que se escolhe mesmo é o discurso político que se quer ouvir e fica isso
como se houvesse instituído que o povo foi ouvido, mesmo com a
totalidade de burocratas com a velha flexibilidade para quebrar
compromissos publicamente assumidos e constranger lideranças regionais,
caso a agenda da EU assim o quiser.
E o que faz a União Européia
enquanto nomeia seus opositores de extremistas e pragueja seus mantras
de movimento hippie reformulado como a mais alta formalidade? Cometeu
extremismos com guerras irresponsáveis que desestabilizaram o Oriente
Médio, além de não ter livrado a "Humanidade" do islã radical, ainda
promoveu seu ressurgimento deixando na região um vácuo político propício
que foi preenchido por um maior totalitarismo, a estranha diplomacia
distorcida com petrodólares, treinamento e envio de equipamentos a
tropas ditas "rebeldes" (tudo isto com o apoio do Presidente Prêmio
Nobel da Paz). Promoveu a imigração em massa na ânsia de mão de obra
barata e voto fácil (para citar os motivos mais compreensíveis), que na
prática é apenas a implementação do Islã Radical com apoio financeiro da
própria União Européia e suas alianças questionáveis. (Quem se
perguntou por refugiados Yazidis e Cristãos? Quem se perguntou por que
entre "refugiados" havia tão pouco número de mulheres e crianças? E por
falta destas e outras perguntas agora europeus estão sendo perseguidos
na própria Europa).
Afim de ocultar o aumento sistemático de
crimes de assassinato, estupro, roubo e formação de gangues causados
pela imigração irresponsável, a resposta da União Européia é perseguir o
jornalismo independente (que encontrou na Internet sua última
trincheira), criminalizar a denúncia dos crescentes crimes como discurso
de ódio e preconceito, com o apoio midiático esconder o máximo de
crimes possível e quando isto não for possível, apresentar o crime como
um ato aleatório que não tem nada a ver com o Islã Radical ou o
totalitarismo político da própria União Européia.
A União
Européia, que foi a promessa de integração entre Europeus, se tornou o
processo de desintegração da Europa. O que seria o poder capaz de
representar todos os europeus, se tornou o poder que representa
banksters, senhores da guerra, burocratas avessos a democracia,
políticos que vivem como celebridades acima do bem e do mal e uma mídia
que se estabelece a base de lixo cultural e desinformação. A União
Européia não só tem gosto pelo extremismo: Já é a sua vocação.
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